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Mostrando postagens de Outubro, 2013

50 MIL VISITANTES

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Para encerrar com muita alegria este Mês das Crianças, o blog recebeu seu visitante número 50.000! A cifra redondinha merece um post só pra registrar.

Na foto acima, estão duas gerações de palhaços: o TROL com a carinha pintada de branco, que já foi tema de post mais antigo, e o novíssimo palhaço da perna-de-pau, da coleção Playmobil Figures série 4 (já nas lojas, ao preço médio de R$ 15). Os dois bonecos saúdam todos os visitantes que por aqui passam e já se preparam para as comemorações dos 100 mil!!! Até lá!



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PROPAGANDA EM GIBI

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Adquiri recentemente duas preciosidades: gibis dos anos 70, com as primeiras peças publicitárias após o lançamento do Playmobil! As revistinhas são Mônica nº 82, de fevereiro de 1977, e Pelezinho n° 03, de outubro de 1977, ambas publicadas pela Editora Abril. Vale lembrar que o brinquedo foi criado na Alemanha, em 1974, e dois anos depois passou a ser fabricado no Brasil pela TROL.

Chama a atenção a quantidade de texto da propaganda antiga, muito diferente da publicidade rápida e monossilábica da atualidade. E as gírias, então... "Genial! O caminhão polícia Playmobil mais o basculante e o dos construtores são diferentes de tudo o que você já viu. E as motocas são uma parada", diz o começo do texto, ilustrado por duas crianças deitadas no chão brincando com bonecos e casinhas.

A segunda peça mostra seis figuras da linha Medieval e cita seus nomes: rei, rainha, donzela, arauto (hein? que criança sabe o que é um arauto?), caçador (que eu sempre chamei de Robin Hood) e o arque…

HISTÓRIA DA TROL

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Aproveitando o Mês das Crianças, este blog volta ao tema já abordado no ano passado: a história da fabricante de brinquedos TROL. O texto abaixo foi originalmente escrito em espanhol pelo historiador Gregorio Centeno (site Playclicks), com tradução e edição do jornalista Carlos Alberto Guimarães (Fórum PlayBrasilmobil).

Como tudo começou
Corria o ano de 1935 quando o berlinense Ralph Rosenberg, com apenas 10 marcos no bolso, desembarcava no Brasil. Como tantos outros europeus daquela época, ele também se viu obrigado a abandonar a Alemanha de Hitler. Sem saber uma única palavra em português, logo começaria a tentar a vida em São Paulo. Por obra do destino, um de seus primeiros empregos foi o de vendedor de plásticos. Tão logo consegue juntar algum dinheiro, decide montar uma pequena fábrica de botões na garagem de casa. Em 1939, Rosenberg transformaria esta simplória instalação caseira numa empresa, nascendo ali o que chegaria a ser uma das mais importantes companhias brasileiras de f…